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NA ALE - Severino deixa Jucá numa saia justa lembrando suas responsabilidades com Roraima


Não só uma saia justa. Mas uma saia justa e curta. Assim políticos e jornalistas analisaram a situação constrangedora em que passou o senador Romero Jucá, líder do governo Lula, durante os minutos em que o presidente da Câmara dos Deputados Severino Cavalcanti, se referiu ao senador dizendo que a "sua responsabilidade, como homem próximo do presidente, aumenta diante do que está acontecendo com Roraima". Depois de atravessar os oito anos do governo FHC, Romero não conseguiu resolver o problema fundiário do estado.


Não só uma saia justa. Mas uma saia justa e curta. Assim políticos e jornalistas analisaram a situação constrangedora em que passou o senador Romero Jucá, líder do governo Lula, durante os minutos em que o presidente da Câmara dos Deputados Severino Cavalcanti, se referiu ao senador dizendo que a "sua responsabilidade, como homem próximo do presidente, aumenta diante do que está acontecendo com Roraima". Depois de atravessar os oito anos do governo FHC, Romero não conseguiu resolver o problema fundiário do estado. "O senador Romero Jucá vive há anos na copa e na cozinha do Palácio do Planalto. Vou seguir seu rastro. Ele terá que abrir as portas do Palácio para que a nossa reivindicação seja atendida. Como é pessoa bastante prestigiada pelo governo, acredito que ele não se furtará a ajudar Roraima", disse Severino. Visivelmente sem graça, Romero só balançava a cabeça em sinal de positivo. Romero Jucá é acusado de fazer corpo mole quanto à transferência das terras do ext-território federal de Roraima para o estado, para não fortalecer, à época, Neudo Campos, que era governador. Com as terras pertencendo ao Estado, Neudo poderia promover a distribuição e titulação de lotes o que lhe renderia dividendos políticos-eleitorais. Apesar do prestígio de ter sido líder do governo de FHC, de também ser líder no de Lula, e dos 10 anos que é senador, Romero Jucá não se notabilizou por atuar na defesa da transferência das terras pertencentes ao Estado, mas que ainda estão no nome da União. O memso, acontece com a questão indígena sobre a demarcação da reserva Raposa/Serra do Sol, onde o senador defende uma saída que atenda os interesses de índios e da sociedade roraimense, mas não explica como seria essa saída.

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