- 03 de fevereiro de 2026
Tosca e bufa Edersen Lima, Editor Brasília - Alguns podem classificar como tosca e bufa. Eu, particularmente, considero corretíssima a iniciativa de jornalistas filiados ao Sinjoper em indicarem para a Secretaria de Comunicação do governo do estado, o jornalista Rui Figueiredo. Afinal de contas, os colegas Humberto Silva, Gonzaga de Andrade, Ivo Gallindo, Zequinha Neto, Wirismar Ramos, Tânia Gadelha, Fernando Héder, Wilson Barbosa, Gilberto Durú, muito fizeram para que Ottomar Pinto esteja hoje governador, o acompanharam lado a lado nesses dois anos de luta judicial, torceram a favor, suaram a camisa e foram às ruas comemorar a sua vitória no TSE. Erradas estão as outras entidades de classe que não defenderam um nome próprio para a Saúde, para a Educação, para a CER, para a CAER, para Casa Civil. Deveriam fazer como o grupo do Sinjoper que com todo o direito e razão cobra indicar um nome de sua base para ocupar um cargo de confiança do governador. Sinal dos tempos, pela primeira vez ocorre fato interessante. Nos governos anteriores de Ottomar, nos dois de Neudo Campos e no de Flamarion Portela - e esse que teve a comunicação mais frágil -, não houve grupo de jornalistas reivindicando a Secom. O momento parece propício e justo para que a lista corra. Militar brigadeiro da Aeronáutica e afável a receber ordens e pressões, Ottomar Pinto com certeza vai acatar a lista do Sinjoper. O companheiro Márcio Accioly que se despediu de Brasília para assumir a Comunicação governamental, que embarque de volta. No mais, que a lista do Sinjoper siga de exemplo para que professores, engenheiros, médicos, advogados também saiam em defesa de seus interesses, quem sabe assim, de uma ação classificada por alguns de tosca e bufa, não se faça um governo que se quer? P.S: Só vejo um probleminha aí: E se Ottomar não arredar o pé?