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MPF - Calar sobre processo de superfaturamento de viaturas não é caso único


Seria o MPF o maior interessado em manter a sociedade bem informada sobre suas ações, e este Fontebrasil, servir como meio de divulgação do trabalho que os ilustres procuradores desempenham honrando o salário e vantagens que recebem pagos com dinheiro do contribuinte. Depois de responder no dia 20 de setembro passado às 20:14 horas, e-mail prometendo uma resposta do MPF sobre a não conclusão do projeto Reluz, que tem deixado as vias internas da Universidade Federal de Roraima às escuras, o procurador-chefe Rômulo Conrado, não mais tocou no assunto.


Edersen Lima, Editor Longe deste Fontebrasil querer polemizar gratuitamente com qualquer autoridade ou órgão público. Não é nossa função. Porém, a nota do procurador-chefe do Ministério Público Federal, Rômulo Conrado, repudiando matéria publicada sobre a falta de atenção do órgão com a imprensa, nos parece fora de sintonia com a pregação do MPF. Na matéria, "O crime compensa - MPF nada fala sobre superfaturamento de viaturas" para a Polícia Militar de Roraima, assinada pela repórter Daniella Assunção, há queixa do órgão em não atender à pauta deste jornal. Seria o MPF o maior interessado em manter a sociedade bem informada sobre suas ações, e este Fontebrasil, servir como meio de divulgação do trabalho que os ilustres procuradores desempenham honrando o salário e vantagens que recebem pagos com dinheiro do contribuinte. No entanto, depois de quatro dias tentando obter informações sobre o andamento do processo de suposta aplicação irregular de dinheiro público, nada foi repassado pelo MPF. Não se sabe o por quê disso. Como também, não se sabe por que, depois de responder no dia 20 de setembro passado às 20:14 horas, e-mail deste Fontebrasil prometendo uma resposta do MPF sobre a não conclusão do projeto Reluz, que tem deixado as vias internas da Universidade Federal de Roraima às escuras, o procurador-chefe Rômulo Conrado, não mais tocou no assunto. Temos cópia deste e-mail/resposta. Portanto, o assunto sobre o processo de superfaturamento de viaturas para a Polícia Militar de Roraima não é o primeiro que o MPF se fecha em copas, e nada fala. Como dito no início deste texto, o Fontebrasil está longe de querer polemizar gratuitamente com qualquer autoridade ou órgão público, porém, antes de sermos "no mínimo, levianos e irresponsáveis", como classificou Rômulo Conrado, o MPF bem poderia se atualizar, ser menos burocrático e mais prático em atender não a pauta deste site, mas o que a sociedade quer saber.

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