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Criança e Adolescente

Carta de Roraima é assinada no encerramento de encontro da Assembléia Legislativa.


Elogios a conselhos tutelares
 
 
Dando continuidade ao 3º Encontro Nacional de Presidentes de Comissões Legislativas Estaduais de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, na manhã desta sexta-feira, 16, na Assembleia Legislativa do Estado (ALE-RR), a deputada Ângela Águida Portella (PSC), presidente da comissão de defesa dos direitos da família, da mulher, da criança, do adolescente do idoso e de ação ressaltou a luta incansável dos conselhos tutelares de Roraima. De acordo com a parlamentar, a comissão tem um link direito com os ministérios e luta para que os conselhos tutelares recebam a atenção necessária e merecida.
 
O presidente da Frente Nacional Legislativa em Defesa da Criança e do Adolescente, Carlos Antônio Costa destacou que a situação que os conselhos tutelares enfrentam pelo Brasil não é fácil, mas que não se pode desanimar diante a falta de estrutura e diversos outros problemas.
 
Estavam presentes na mesa a deputada Marília Goes, do Amapá; deputada Claise Maria, do Rio de Janeiro; a defensora pública do juizado da infância e da juventude, Terezinha Muniz. A coordenadora do fórum dos direitos da criança e do adolescente, Maria Auristela Lima; a secretaria executiva do fórum dos direitos da criança e do adolescente, Ivone Salucci; o diretor do centro sócio educativo do estado de Roraima, Marcos Albano e Darlene Luzia Pereira, da Escola de Pais.
 
No debate a respeito da maioridade penal, representantes da sociedade civil estiveram presente. Thalita Nascimento, membro do Grupo Macunaima; Juliana Carolina da Silva Lima, representante da rede nacional de adolescentes e jovens comunicadores e membro do conselho nacional dos direitos da criança e do adolescente e José Vitor Bisneto Alecrim Neto, representante do movimento dos estudantes da Universidade Federal de Roraima.
 
Juliana Carolina disse ser contra a redução da maioridade penal, pois, segundo ela, serão perdidas milhares de cabeças pensantes, pessoas relevantes no desenvolvimento do Brasil. “Esses jovens deveriam ser colocados em projetos sociais e incentivar o crescimento e desenvolvimento do país”, disse.
 
Iuri Francisco Santos, estudante do 1º no Colégio Gonçalves Dias também é contra. De acordo com ele, reduzir a maioridade significa matar a infância e a adolescência de vários jovens que acabarão se tornando adultos precoce.
 
José Vitor, acadêmico do curso de História na UFRR destacou que este é um assunto muito polêmico e debatido na academia. “Sabemos que instituição de ensino superior é uma entidade onde não forma apenas profissionais, mas também cidadãos”, disse.
 
Após ouvir os jovens, o deputado Carlos Antônio encerrou o 3º Encontro com a assinatura das deputadas Ângela Águida Portella, Claise Maria e Marilia Goes na Carta de Roraima. “Sabemos que o caminho é difícil, mas não deixaremos de lutar pelos direitos e melhorias nos conselhos tutelares no nosso estado e no nosso país”, finalizou.

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