O primeiro módulo iniciou hoje
A especialização lato sensu em Vigilância em Saúde iniciou na manhã desta quarta-feira, 24, logo depois da aula inaugural feita pela Secretaria Estadual de Saúde de Roraima (Sesau), na Escola Reizão. A Fama (Faculdade de Tecnologia Machado de Assis), de Curitiba, é responsável pelo curso.
Os 40 alunos, todos servidores na área de saúde do Estado e dos Municípios, assistem, de hoje até sexta-feira, 26, ao primeiro módulo “A Vigilância em Saúde como Política de Saúde”. As aulas acontecem nos turnos manhã e tarde.
O curso é gratuito. No entanto, no ato da matrícula o candidato assinou um Termo de Compromisso de Permanência até a conclusão da especialização. Em caso de desistência injustificada, o aluno terá de ressarcir o Governo de Estado o valor de R$ 4.862,25.
O objetivo do curso é formar servidores especialistas na área de Vigilância em Saúde, apoiar e orientar o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias à prestação de cuidados imediatos na Vigilância no âmbito da saúde pública. “Qualificar os servidores é uma estratégia para garantir à população uma assistência de qualidade”, disse o secretário estadual de Saúde, Alexandre Salomão.
O curso terá a duração de até 18 (dezoito) meses, com carga horária total de 420 h/a, sendo 14 módulos, quatro fases de desenvolvimento em pesquisa, através de seminários construídos pelos alunos e orientados pelos professores.
Conforme edital, o regime é presencial, com aulas ministradas em períodos de concentração e dispersão, com intervalo de aproximadamente três semanas entre os módulos, conforme o cronograma a ser estabelecido pela coordenação pedagógica do curso, devendo o aluno ter que cumprir no mínimo 75% de carga horária presencial.
ESPECÍFICO
Entre os objetivos específicos da especialização estão: contextualizar temas relacionados às políticas públicas em Vigilância em Saúde com as práticas desenvolvidas; desenvolver capacidade técnica e de ações preventivas e repressivas voltadas para a melhoria da qualidade de vida do cidadão; potencializar práticas apoiadas em conhecimento sobre a atuação em vigilância em saúde. Capacitar servidores dos municípios do interior para a implantação da política de Vigilância nos municípios que ainda não a possui.