A Central Integrada de Operações de Segurança Pública (CIOPS) vai participar do Plano de Incidentes de Múltiplas Vitimas, dando suporte na comunicação e informação em casos de catástrofes. Os detalhes para a conclusão da elaboração do Plano foram apresentados na manhã desta terça-feira, 18, na Sala de Reuniões da Secretaria de Segurança Pública.
Participaram da reunião os representantes do Comitê Estadual de Urgência e Emergência da Secretaria de Estado da Saúde de Roraima (SESAU), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência estadual e Municipal (SAMU), do Exercito Brasileiro, do Corpo de Bombeiros Militar de Roraima (CBRR), da Secretaria de Estado Trabalho e Bem Estar (Setrabes) e da Central Integrada de Operações da Segurança Pública (CIOPS).
De acordo com Mauro Maués, coordenador de enfermagem do SAMU estadual, o objetivo do plano é integrar várias instituições para que possa ser prestado um serviço mais adequado às vitimas em caso de catástrofes. Ele explica que uma única instituição não consegue suprir todas as necessidades do Estado.
“Dependendo do tipo de acidente, poderá ser necessária a participação de várias instituições que compõem o grupo no pronto atendimento”, disse.
De acordo com o chefe da CIOPS, Cláudio Vieira, a elaboração do Plano partiu de uma iniciativa da Central de Regulação do SAMU e conta com a parceria dos hospitais públicos e privados do Estado, da Polícia Rodoviária Federal, da Policia Militar, Departamento Estadual de Trânsito de Roraima (DETRAN-RR), Superintendência Municipal de Trânsito (SMTRAN), Eletrobrás, Infraero e Base Aérea de Boa Vista.
Segundo ele, o papel que o CIOPS vai exercer no plano é integrar as linhas do corpo de bombeiros, SAMU e do próprio CIOPS para que possa ser dado suporte com informação e comunicação entre as instituições.
“Estamos finalizando a elaboração do Plano de Incidentes de Múltiplas Vítimas com o objetivo de estarmos preparados para agir no momento em que for necessário. Estamos trabalhando de forma preventiva e nos capacitando para atender melhor ao cidadão quando necessário”, disse.