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Tecnologia

Pronto Atendimento testa sistema biométrico.


 

Sesau testa sistema
 
Antes da implantação do atendimento por meio biométrico, ou seja, leitura das impressões digitais de pacientes, visando agilizar ainda mais o tempo de espera de uma consulta, o Pronto Atendimento Airton Rocha (PAAR) está no processo de atualização dos dados de usuários do SUS no sistema. As pessoas podem se encaminhar à recepção da unidade e atualizar o seu cadastro. Assim, facilitará o acesso clínico dentro da unidade.
A ferramenta vai dispensar formulários em papel, para que os profissionais utilizem apenas computadores com leitores biométricos. E sem precisar ir até a recepção ao chegar ao PAAR. Alysson Lins, diretor do PAAR e Pronto Socorro, explicou que a máquina está em teste antes de começar a funcionar de fato. Os cadastros dos pacientes que chegam à unidade já estão sendo inseridos no software.
            De acordo com o diretor, depois de atualizar os dados, o usuário não precisará mais passar pela recepção da unidade, somente ir até a máquina biométrica. Basta posicionar o dedo no local indicado, para que, por meio da leitura digital seus dados cadastrais sejam computados e escolher atendimento clínico ou odontológico; terminado isso, o paciente vai ao setor de acolhimento para ser classificado o seu atendimento que poderá ser grave, menos grave ou não grave.
Para realizar o recadastramento na unidade, a pessoa precisa está com a original do documento oficial de identificação com foto, CPF, e comprovante de residência, além do cartão do SUS. Quem ainda não tem o Cartão Sus, a unidade emite o documento também na hora do cadastro. “Familiares e acompanhantes de pacientes podem aproveitar para atualizar o cadastro enquanto aguardam o atendimento”, lembrou.  
Lins acredita que o atendimento ficará mais célere e quando a ideia for ampliada para as demais unidades hospitalares, facilitará o atendimento ao usuário, visto que o sistema é unificado. Por exemplo, quando o paciente chegar ao Pronto Socorro, e tiver cadastro biométrico, por meio de um leitor portátil será facilmente identificado. “Com isso, daremos também agilidade e segurança na identificação do paciente que chega, pois ele não se perderá enquanto acontece o seu atendimento”. “A mesma situação pode ocorrer no Hospital Coronel Mota já que o software trabalhará unificado”, exemplificou.
A unidade está com todos os materiais publicitários para dar início aos atendimentos eletrônicos. O material é composto de folders explicando sobre o atendimento do acordo por classificação de risco, a carta de deveres e direitos dos usuários.  

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