Manipulação de alimentos
Mais de 40 fiscais sanitários municipais participam de curso promovido pelo Departamento de Vigilância Sanitária do Estado (DVS). A atualização começou nesta quarta-feira, 24, e encerra dia 26, com aula prática. Os participantes irão visitar o supermercado DB, para fins didáticos, exclusivamente para observar uma ação de vigilância sanitária voltada a comércio varejista de alimentos. O evento acontece no auditório da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).
Segundo André Castro, diretor do DVS, o curso foi pensando devido à rotatividade de profissionais nos municípios, além de garantir a satisfação nos serviços prestados à população na localidade que atuam. “O evento conta com a parceria da Visa do município de Boa Vista”, lembrou.
O diretor explicou que a programação começa abordando sobre o Sistema Nacional de Visa, desde a competência, suas divisões, portaria de financiamentos, até o campo de atuação de um fiscal sanitário. As explanações dos temas ficarão por conta do diretor da vigilância, inicialmente.
As boas práticas de manipulação de alimentos, bem como a microbiologia, os paramentos, os instrumentos legais recomendados pela Visa, a segurança e a saúde do trabalhador, a educação ambiental e os riscos químicos também serão pontos fortes nos três dias de capacitação.
Segundo ele, a ideia é buscar a descentralização dos serviços, ou seja, cada profissional atuar no seu próprio município. “Será feito depois do curso um cronograma de visitas, para uma ação conjunta de fiscalização nos municípios a setores de alimentos”, frisou Castro.
A inspeção sanitária é uma das medidas nas ações da Vigilância Sanitária que tem como objetivo eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde da população. Além de realizar investigação sanitária em estabelecimentos envolvidos com agravos transmitidos por alimentos.
Castro garantiu que os locais que prestam serviços à população e envolvem saúde são constantemente monitorados. “Apontamos erros e, sobretudo, soluções para corrigi-los em determinado prazo. Caso não ocorra, são passíveis (os locais de vendas) de penalidades”, salientou.