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Hipertensão

Ação visa conscientizar população sobre tratamento e controle.


 

Doença terá maior combate 
A hipertensão é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento. Dessa forma, pode ser controlada e evita complicações no cérebro, nos rins e no coração. Com este pensamento, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e do Município de Boa Vista se unem numa ação que visa alertar à população dos perigos causados por uma doença conhecida de ‘inimiga silenciosa’, pois nenhum sintoma é apresentado no início da doença.
 
A ação que visa lembrar o Dia Nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão Arterial, comemorado no dia 26, pretende levar vários serviços e esclarecer sobre os agravos da doença à comunidade em geral. O evento acontecerá no sábado, dia 27, na Igreja Adventista do 7° Dia, localizada à rua  Aldemar Bantim, 1622, no Sílvio Botelho. O evento conta também com o apoio da Atenção Básica do Estado, a Igreja Adventista do 7° Dia, Ceterr, Sest/Senat.
 
Os participantes poderão aferir a Pressão Arterial (PA), calcular o Índice Massa Corporal (IMC), consultas médicas, teste de glicemia, vacinação e palestras sobre hipertensão. O Núcleo de Controle de Doenças Não Transmissíveis (NCDANT), também vai trabalhar a parte educativa do evento, com distribuição de panfletos e folders. A palestra sobre hipertensão na terceira idade será proferida pela geriátrica Paula Cristina, às 15h30.
 
Patrícia Maciel, técnica do NCDANT, orienta que as pessoas precisam fazer regulamente aferição da pressão para saber se está alta.  “Os sintomas atribuídos ao aumento da pressão são dor de cabeça, cansaço, tonturas, sangramento pelo nariz, entre outros sintomas”, comentou.
 
Em Roraima, são mais de 22.100 hipertensos com diabetes cadastrados no sistema. Só na capital, são 10.550 hipertensos, nos quais 1.962 têm hipertensão com diabetes tipo 2. Enquanto, 484 têm hipertensão com diabetes tipo 1.  Com relação ao tipo 2,  a maior incidência é por fatores hereditários e acomete mais os indivíduos na fase adulta, normalmente, está associada a obesidade e a idosos. Nesse caso, a produção de insulina é normal, mas os tecidos do corpo se tornam resistentes à sua ação, o que acaba impedindo a absorção da glicose pelo organismo e gerando o aumento da taxa de açúcar na corrente sanguínea.
 
Quanto ao tipo 1, trata-se de uma doença autoimune onde o corpo produz pouca ou nenhuma insulina, geralmente surge ainda na infância ou adolescência e é necessário que se tome doses diárias de insulina para manter o controle da glicose.

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