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Malária

Mais de 33% dos casos de malária estão concentrados no Cantá, Caracaraí, Mucajaí, Rorainópolis e Baliza.


RR:redução de 51% de malária
 
O estado de Roraima chega a dezembro com redução de mais de 51% de casos de malária comparado ao ano passado. Até o momento, foram 7.058. Em 2011, foram 14.454. As informações são do Sistema de Informações de Vigilância Epidemiológica (Sivep), da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau).

Mais de 33% dos casos estão concentrados em cinco municípios, isto é, 2.364. Cantá é a localidade com maior incidência, 606. Os demais estão com os seguintes índices: Caracaraí (456), Mucajaí (413), Rorainópolis (452) e São João da Baliza (437).

De acordo com o gerente estadual do Núcleo de Controle da Malária, Jonas Monteiro, os atuais números estão muito abaixo dos casos registrados nos últimos anos. Em 2011, por exemplo, foram 14.454 casos. Houve redução significativa quando comparado a 2010, com 21.206. A queda foi equivalente a 32%. “Manter a redução é nossa meta”, afirma.
O Estado tem intensificado as ações de prevenção com realização de diagnóstico, entrega de medicamentos, borrifações e investimentos em capacitações. Monteiro recomenda, ainda, que a população contribuía com os trabalhos dos agentes, permitindo que eles façam a borrifações nas residências. Além disso, os moradores de localidades consideradas de risco devem tomar alguns cuidados, entre eles, evitar tomar banho em igarapés e cacimbas depois das 18 horas e sempre utilizar mosquiteiros. Muito cuidado, pois água limpa, sombreada e parada são os criadouros preferenciais do mosquito transmissor da malária.
Monteiro destaca ainda que o Ministério da Saúde (MS) oferece toda a medicação necessária para o tratamento da doença. Os exames podem ser realizados em qualquer unidade de saúde da Capital e interior. Quem apresentar alguns sintomas da doença, como febre, calafrios e dor no corpo, deve procurar atendimento médico na unidade de saúde mais próxima.

Se não for tratada, a malária pode evoluir rapidamente para a forma grave e levar a óbito. Conforme Monteiro, água limpa, sombreada e parada são os criadouros preferenciais do mosquito transmissor da malária. Dor de cabeça, no corpo, fraqueza, febre alta e calafrios são os sintomas mais comuns da doença.

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