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Faixa de fronteira

Operação Ágata vai coibir
atos ilícitos na Amazônia


Operação Ágata vai coibir
atos ilícitos na Amazônia

Na manhã de ontem, quarta-feira (2), o comandante de 1ª Brigada de Infantaria de Selva Lobo D’ Almada, general José Luiz Jaborandy, fez uma apresentação da operação Ágata 4 ao governador José de Anchieta e ao secretário de Segurança Pública, Francisco Sá Cavalcante, em audiência realizada no Palácio Senador Hélio Campos.

A operação é uma iniciativa do Ministério da Defesa e envolve as forças do Exército, Marinha e Aeronáutica, além de entidades como Polícia Federal, Instituto Brasileiro e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), entre outras.

A ação acontece em toda a faixa de fronteira do Brasil, no período de 2 a 17 de maio, e tem como objetivo coibir atos ilícitos e garantir a presença do Estado nessas regiões. Nesta edição da operação, os trabalhos tiveram início pela faixa de fronteira Arco Norte, que inclui os estados de Roraima, Amazonas, Amapá e Pará e está sob o comando do general de Exército, Eduardo Dias da Costa Villas Boas, chefe do Comando Militar da Amazônia (CMA).

Serão realizadas operações de combate ao tráfico de drogas, garimpo ilegal, contrabando, desmatamento, comércio ilegal de madeira e demais crimes ambientais. Além dos trabalhos preventivos e de repressão, serão desenvolvidos atendimentos sociais, como atendimento médico, odontológico e recreativo junto às comunidades ribeirinhas, indígenas e de fronteira.

Segundo o general Jaborandy, coordenador da ação no estado, apenas em Roraima cerca de mil militares estão envolvidos. “Viemos apresentar a operação ao governador, pois é uma diretriz do CMA informar a autoridade maior do estado e pedir o apoio do governador com as forças de segurança pública estaduais para serem parceiros nesta ação”, disse.

O governador destacou que o Estado é parceiro do Exército em diversas ações e que será dado o apoio necessário para a nova operação, inclusive com ajuda do Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar (Cipa). “Roraima tem interesse em ações como está, pois temos uma extensa faixa de fronteira e precisamos reforçar a fiscalização nessas regiões”, concluiu o governador.

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