- 05 de janeiro de 2026
Grupo desconhece o chefão que tem
Telmário Mota
Vou usar este espaço virtual para rebater o que vem sendo dito sobre minha pessoa, pelo grupo do pró-Neudo Campos, também conhecido como o ‘pró-justiça’. E outros comentários falsos que circulam na internet e veículos de comunicação a meu respeito. Na última terça-feira (22), estive no TRE-RR acompanhando o julgamento do processo do governador José de Anchieta.
Na ocasião, estava presente o grupo pró- Neudo Campos, uniformizados de camisa preta, como quem vai para a guerra e esperando ansioso algum resultado que o fizesse bater palmas. Este mesmo grupo, que pede por Justiça, vaiou o juiz Paulo César de Menezes,
quando pediu vista do processo. Como se não bastasse, os \'xiitas\' de Neudo me vaiaram quando eu saí do TRE-RR. Mercenário, traidor, vendido e outros adjetivos foram-me atribuídos.
Não sou homem de levar \'recado\' para casa. Disse àquele grupo que, em nenhum momento traí ou me vendi. Mas quem fez isso comigo foi o senhor Neudo Campos, que na eleição passada não me deixou subir, junto ao palco com ele. Esse mesmo homem, que quer governar Roraima outra vez, é conhecido como o cabeça do esquema dos gafanhotos, que desviou quase R$ 200 milhões para o seu bolso e de outros políticos corruptos, segundo a Justiça Federal. E alguns, até hoje, são eleitos para cargos políticos, mas continuam respondendo a processos na Justiça.
O grupo ‘pró-justiça’, ou pró-Neudo, que tem como chefão Neudo Campos, e encabeçado por Simeão Peixoto e Faradilson Mesquita, quer moralizar as eleições passadas. Simeão e Fadilson esquecem que já estiveram do outro lado. Os dois são ex-comissionados do governador Anchieta, mas que hoje, atacam-no se travestidos de ‘justiceiros’ de Roraima. Pouca vergonha! Os ‘justiceiros’ acolhem pessoas inocentes que não sabem nem por qual motivo estão lutando. De fato,o ‘pró-justiça’ é um grupo sem causa aparente.
Os cabeças do grupo, que auto se proclama ‘pró-justiça’, esperam que Neudo assuma para ganharem cargos públicos do primeiro escalão, com gordo salário. Na realidade, o grupo pró-Neudo é um ninho de vespa, desprovido da realidade política. Realidade esta que os ‘justiceiros’ desconhecem.
Eu, Telmário Mota, não tenho vergonha de dizer que já trabalhei com Neudo Campos. Sou muito diferente do grupo ‘pró-justiça’, que muda seus ideais, conforme seu interesse. Eu ajudei o Neudo a levantar a sua carreira, depois de todo escândalo sofrido. Fiz reuniões com Neudo, junto ao prefeito Iradilson Sampaio e Getúlio Cruz para alavancar o seu nome para candidaturas posteriores. Neudo sabe disso.
Eu e Neudo quase apanhamos, quando fomos visitar um bairro da nossa Capital. Passamos por vários momentos difíceis. Até eleição passada, estive ao lado de Neudo Campos. Mas ele não reconheceu o meu valor, o nosso trabalho junto, os compromissos políticos que almejávamos para o nosso Estado. Ele me tirou do palanque.
E hoje, sou atacado pelos seus ‘xiitas’, do grupo pró-justiça, criado para sustentar interesses alheios. O grupo transparece ser recalcado, despolitizado e perdido. Se alguns dos ‘xiitas’ me chamam de traidor e mercenário, talvez porque não conheçam a máscara que o senhor Neudo Campos usa para dar rasteira, em quem trabalha e o apoia. Quero ressalvar que, em nenhum momento chamei, ou ofendi alguém do grupo ‘pró-justiça’, quando estava no TRE –RR.
Lamento muito que a repercussão do fato ocorrido no TRE-RR na última terça-feira, tenha criado vários comentários mentirosos a meu respeito. Lembro: no momento me ofenderam e eu revidei na mesma altura. E como disse não sou homem de levar ‘recado’ para casa. Concluo este esclarecimento com uma frase: Minha vida política é um livro aberto, não precisa seguir as páginas. Apenas conhecer seu conteúdo.