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Fisioterapeutas auxiliam no trabalho de parto


Fisioterapeutas auxiliam no trabalho de parto


O Hospital Materno Infantil Nossa Senhora de Nazareth (HMINSN) mantém um fisioterapeuta na sala de parto desde o início deste ano. A intenção é facilitar o nascimento do bebê e diminuir as dores e o tempo de trabalho de parto das pacientes.  
\"\"As fisioterapeutas iniciam os trabalhos com as gestantes na hora que elas entram para a sala de parto. Primeiro, elas tomam um banho morno que é relaxante. Depois são feitos os exercícios de mobilização da cintura pélvica.
De acordo com a fisioterapeuta, Joelma Magalhães, as mulheres recebem orientações de exercícios físicos e respiratórios para aliviar a dor. Com isso, a paciente ganha mais dilatação. Isso facilita a saída do bebê e consequentemente torna o parto mais tranquilo e seguro. “O trabalho diminui o sofrimento das mães conduzindo ao trabalho de parto. Tentamos oferecer maior conforto durante o atendimento”, afirma.
Segundo Joelma, sem os exercícios as mulheres sentem muito mais dores e o parto pode levar 14 horas. Antes da inclusão de um fisioterapeuta na equipe, geralmente os médicos recomendavam que as mulheres caminhassem para ajudar na dilatação. O exercício funciona só que demora um pouco mais, ou seja, não surte o mesmo resultado que as atividades feitas com o auxílio de um fisioterapeuta.
Sorte da dona Rosângela Souza. Na oitava gestação, ela deu entrada na maternidade às 8h de sábado. Depois de tomar o banho morno, as fisioterapeutas começaram os exercícios físicos e respiratórios e em pouco mais de duas horas, ou seja, por volta das 10h30 o bebê havia nascido.
Das mulheres que recebem auxílio das fisioterapeutas têm diminuído o tempo para o nascimento do bebê. “Tivemos caso de a criança nascer em uma hora. O parto mais demorado que tivemos foi de seis horas depois das atividades”, conta.
Além dos exercícios, as fisioterapeutas auxiliam as psicólogas no fornecimento de apoio emocional às pacientes. Para as mães de primeira viagem, Rosângela dá um conselho em duas palavras: calma e força. “Eu estava nervosa, mas sempre tinha uma mulher ao meu lado dando apoio, conversando comigo. Não me senti só”, diz.  

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