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Opinião Formada

25-05-2016 - 08:00:00

Edersen Lima

Neudo se entrega para evitar afastamento de Suely
Com a Polícia Federal chegando à porta do Palácio Hélio Campos apurando se houve participação da governadora dona Suely Campos na série de fugas do marido Neudo Campos, ele, foragido há duas semanas, resolveu se entregar ontem para não complicar a situação da mulher, depois que dois policiais militares acusados de lhe dar cobertura numa possível fuga para a Venezuela, foram presos com armas e rádios de comunicação no rumo ao país vizinho.
Encerra-se assim um desgaste e constrangimento à dona Suely e ao governo.


Vai investigar o governo
Mesmo assim, o Ministério Público Federal anunciou ontem que abriu investigação para saber quais autoridades e políticos que possam estar envolvidos nas fugas de Neudo, facilitando e lhe dando estrutura. Cabe lembrar que, com toda certeza, houve vazamento de informações que colaboraram com o esquema de fugas.


Entourage
Ontem, parecendo o chefe de estado de fato e de direito, Neudo foi acompanhado por entourage de secretários e assessores do governo. O porquê disso, não se explica e nem se justifica. 


"Governo acabou"
Um experiente observador da política macuxi sentenciou ontem que "o governo acabou" com a prisão de Neudo. Sem vocação para a política e para a administração pública, dona Suely Campos, tem - como sempre teve - a prioridade de cuidar da sua família. Não à toa, a parentada toda que ela contratou.
"Ela não tem cabeça para tocar um governo que já está todo baqueado com o marido preso. O governo acabou", sentencia.


Galo coxo
Sobre a situação de Neudo, agora em ser ex-foragido da justiça, a Coluna lembra de provérbio popular que diz que "mais rápido se pega um mentiroso, do que um galo coxo". Ontem, o senador das melancias, Telmário Mota, com a cara de sempre, afirmou em entrevista veiculada no YouTube, que sua mulher Suzete Mota, não é foragida da justiça para cumprir mandado de prisão.
Abaixo, áudio da entrevista em que "Dos galos" esconde verdadeira situação de sua esposa, a quem ele se refere o tempo todo como "a doutora Suzete", como se ela fosse uma pessoa sem qualquer relação com ele:


Apoio à situação de foragida
Em entrevista, Telmário Mota, reconheceu que a estratégia de Suzete, com o seu apoio, é de continuar foragida até obter um "habeas corpus" que evite sua prisão, e acusou a justiça federal de não agir como manda o Direito e sim, com interesse político. "O juiz deu uma 'canetada' pedindo a busca e apreensão dela e não deu o parecer dele, negou a defesa para ela, sendo que o processo estava com os advogados quando ele fez isso. Foi uma coisa de cunho político e ela só está esperando o resultado do habeas corpus. Mas ela vai sim prestar contas com a Justiça", disse.


Perguntar não ofende
Agora, pergunta-se: Telmário Mota ajudou ou não a "doutora Suzete" a fugir da Justiça?


Gravação amorosa
Ainda ontem, outra gravação de Telmário Mota circulou nas redes sociais. No momento em que a sua mulher, Suzete Mota - que ele não se refere em entrevistas como a "minha esposa" -, enfrenta situação constrangedora de foragida da justiça, com prisão decretada por embolsar salários de servidores "fantasmas".


Cantando de galo conquistador
Na conversa com uma provável paquera, Telmário Mota se enaltece como um Dom Juan, que conquistou uma mulher de nível superior, "casada", "loira de olhos azuis", "muito bonita" e "com um corpo maravilhoso igual ao seu". E relata que depois de iniciar relação amorosa com a tal beldade, "ela enlouqueceu" por ele a ponto "dela separar do cara (marido)". Veja vídeo abaixo:


Explicação
Com os processos de reconhecimento de paternidade e pensão alimentícia de filhas que já respondeu na justiça, devido aos pulos de cerca que deu, está explicado a referência de Telmário à "doutora Suzete".


Não viu nada comprometedor
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou ontem não ter visto uma tentativa do ex-ministro do Planejamento Romero Jucá em obstruir a Operação Lava Jato numa conversa com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado.
Questionado sobre a gravação antes de uma sessão na Corte, Mendes disse apenas ter notado uma "impropriedade" de Jucá, no diálogo, quando disse que conversou com ministros do STF e ao se referir a um "acordo" com a Corte para viabilizar o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff e levar à Presidência o interino Michel Temer.

 

Conversa entre amigos
"Não vi isso [tentativa de obstruir a Lava Jato]. A não ser, uma certa impropriedade em relação à referência ao Supremo. Sempre vem essa história: já falei com os juízes ou coisa do tipo. Mas é uma conversa entre pessoas que tem alguma convivência e estão fazendo análise sobre o cenário numa posição não muito confortável", afirmou Mendes a jornalistas.





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