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Opinião Formada

24-06-2016 - 08:55:00

Edersen Lima

Pressa é inimiga da perfeição
Esse vai-e-vem de Neudo Campos, ora com decisão de ser transferido para presídio de segurança máxima em Campo Grande (MS), ora ficando no hospital Lottis Iris, ora na delegacia da polícia Federal em Pacaraima, demonstra uma precipitação do Ministério Público Federal e disponibilidade do polêmico juiz Hélder Girão Barreto em ver o "chefe dos gafanhotos" atrás das grades.


Basta esperar três meses
Para quem conhece Neudo, e o seu jogo de cintura - para não dizer outra coisa -, é lógico que ele fará de tudo para cumprir uma prisão tipo cinco estrelas, bem longe de uma carceragem. Daí, um pouco mais de calma do MPF, Neudo receberá alta hospitalar, e terá que ingressar no sistema prisional roraimense. 
O MPF espera só três meses, e poderá flagrar as mordomias que ocorrerão para manter o marido na maneira mais confortável possível, quebrando tudo quanto é regra do sistema, e dando razão aos pedidos para que ele não fique onde quer.


Estão dando uma 'mãozinha'
O MPF e o HGB, lógico, não estão preocupados com a opinião pública. Querem fazer os seus trabalhos. No entanto, pelo sim e pelo não, estão dando uma 'mãozinha' para que Neudo pose de vítima e de perseguido.
A imprensa que o apóia, anuncia que ele tem 70 anos, idoso, doente. Neudo ainda não tem 70 anos, e ficou doente depois que ficou preso. Demonstrou disposição psicológica e vigor físico para suas fugas às buscas da Polícia Federal, e só se entregou depois que assessores e policiais militares próximos à esposa governadora foram presos e isso implicaria em envolvimento dela em crime de obstrução da justiça.


Aumento das suspeitas
Por outro lado, a disponibilidade de Hélder Girão em decidir sobre a prisão de Neudo, incrementam as acusações contra ele de agir por perseguição. Advogados do marido da governadora acusam o juiz de largar suas férias só para decidir pela transferência de quem lhe acusa de abuso de autoridade.


'Dono de sauna' não tem vez
O juiz, Eduardo Gibson Martins, lotado na Comarca de Fortaleza, teve Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado contra ele pelo Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE). “Indícios da prática de faltas funcionais contatadas através de inspeção judicial, ausência do magistrado, baixa produtividade” são alguns dos motivos para abertura do processo, além de “inobservância ao Código de Ética da Magistratura e violação aos deveres previstos no art. 35, incisos I,II,III e VI, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional”, que versam sobre cumprimento de prazos de sentenças e de atos processuais e sobre a pontualidade e o comparecimento a expedientes e sessões. O processo foi publicado no Diário da Justiça no último dia 7 de junho.
Ou seja, juiz dono de sauna (que ganha a vida com o suor dos outros), nesse caso, ganha pontos para promoção apenas homologando o trabalho realizado por outros juízes, não tem vez no TJ do Ceará.


Decisão inédita
Decisão do presidente do Tribunal de Justiça de Roraima, desembargador Almiro Padilha, tida como "humana" e de "bom senso" por servidores do Judiciário, autorizou que a servidora Dayla Loren Marques França, de 31 anos, que enfrenta um câncer raro e atualmente mora em São Paulo, onde se encontra em tratamento, trabalhe em casa. 
Almiro se baseou em uma nova resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que regulamenta o chamado teletrabalho. Conforme o TJRR, não há registro de nenhuma decisão semelhante a esta no estado, ou seja, é uma decisão inédita na justiça roraimense.


Organização criminosa
Cada vez mais se descobre que o PT se transformou em uma organização criminosa que assaltou os cofres públicos e o bolso de contribuintes e servidores públicos. Ontem, com a operação Custo Brasil, ligada à Lava Jato, revelou que durante cinco anos, o esquema criminoso arrancou R$ 100 milhões de funcionários públicos federais que fizeram empréstimos consignados. Parte do dinheiro pagou contas do ex-ministro Paulo Bernardo, marido da senadora Gleisy Hoffman, outra parte abasteceu o caixa do partido deles, o PT.

 
Ação do crime
O consignado é um empréstimo que oferece taxas menores para quem precisa, e risco mais baixo para o banco porque a parcela é descontada diretamente do salário. É um bom negócio para os dois lados, por isso, muita gente recorre ao consignado quando precisa de dinheiro. É o que acontece com milhares de brasileiros, mas, por causa do esquema de corrupção, todo funcionário público federal que pegou empréstimo consignado entre 2010 e 2015, pagou uma taxa de administração bem mais cara do que a usual. A diferença entre o custo real do serviço e o valor descontado da conta dos funcionários foi o que irrigou o esquema da corrupção.
“Um controle que deveria custar 30 centavos, no máximo, já dando lucro para a empresa, acabou custando para as pessoas que usaram desse crédito consignado mais de R$ 1 por mês”, disse Fábio Ejchel, superintendente adjunto da receita federal em São Paulo. 


Sem notícias
Desde que Sogrão foi afastado - repete-se, afastado e não exonerado - da Secretaria de Justiça, não teve mais notícias de fugas da Penitenciária de Monte Cristo. 


Mais R$ 100 milhões roubados
O total arrecadado pela Consist no período foi R$ 140 milhões. Destes, R$ 40 milhões foram para pagar o custo real do serviço da empresa. E os outros R$ 100 milhões foram desviados para o esquema de propina.
Segundo os investigadores, o ex-ministro Paulo Bernardo ficou com R$ 7 milhões. O percentual da propina para ele começou com 9,5%, enquanto ele era ministro do Planejamento no governo Lula, e continuou mesmo depois que ele foi para o Ministério das Comunicações, no governo Dilma, caindo para até 2,5%.


Perguntinha:
Então, quer dizer que Dos Galos é economista com especialização em auditoria?





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